quinta-feira, 12 de maio de 2011

Fundo de Quintal...

Texto I

Quanto morro já subí.
Fundo de Quintal
Composição: Mario Sergio/Arlindo Cruz/Pedrinho da flor.




Quantos morros já subí desci sem ver
O que falam por ai me faz tremer
Essa gente vive assim sem reclamar
Lá ninguém é tão ruim lá também se sabe amar
Todo mundo é irmão
Todo mundo é irmão todo mundo é companheiro
Lá no morro da formiga do borel e do salgueiro
Lá tem samba pé no chão poesias verdadeira
Lá no morro da serrinha lá no morro da mangueira
Quantos morros...
Essa gente vive em paz essa gente faz o bem
Seja pau da bandeira seja vila vintém
Esse povo que a cidade chama de fora da lei
Vive com dignidade sem levar vida de rei.
Eu já vi muita alegria muita gente sorrir
No morro do juramento pavãozinho e Tuiuti
Eu já vi felicidade muita gente ser feliz
No alto do Andrade e no morro da matriz

Essa gente vive em paz essa gente faz o bem
Seja pau da bandeira seja vila vintém
Esse povo que a cidade chama de fora da lei
Vive com dignidade sem levar vida de rei.
Subi o morro que a sociedade não quer enxergar como eu enxerguei
Chacrinha Turano Rocinha e outros lugares que eu não cantei
No morro que eu pude encontrar amizade que em outros lugares que não encontrei
Vive com dignidade sem levar vida da rei.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Aula do dia 06.05.11

Artigo de Opiniões
Diferentes Formas de se Comunicar.

Geralmente pessoas que se deslocam de outros estados e trazem consigo seu sotaque e modo falar são muitas vezes alvos de chacotas e marginalização, pois as pessoas tem a mania de comparar a pessoas com o lugar da qual veio, muitas vezes por influencia da TV e outras vias de comunicação, que na maioria das vezes mostram apenas os problemas e dificuldades do lugar.
Pessoas que não estudaram e possuem um vocabulário deficiente também sofre com esse tipo de preconceito, obviamente ainda hoje com todas as evoluções, ainda existe a famosa descriminação.
Colocando de maneira geral, as pessoas deveriam enxergar que uma pessoa não é melhor que a outra pelo simples fato de falar diferente, ai entra a frase, “falar diferente não é falar errado”, na realidade ninguém eh melhor que ninguém.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Portfólio.

Na primeira aula, dia 28.01 de português instrumental do segundo semestre, a professora Eliana trabalhou com os alunos sobre comunicação de linguagem.
Logo em seguida ela passou para os alunos a leitura de um texto e a resolução de quatro questões.
No mesmo dia os alunos ficaram de apresentar na próxima aula uma pesquisa sobre meninas lobas da índia e meninos lobo.
Na segunda aula, dia 04.02 assistir e comentar sobre o filme O enigma de Gaspar Houser.
Comunicação humana e autoconhecimento.
Discutimos também as formas de imagens, de como nos apresentamos diante das pessoas. Logo após resolvemos algumas questões pessoais.
Imagem é a impressão que as pessoas têm de você.
Como eu me vejo?
Como os outros me veem?
Qual a imagem que eu gostaria de transmitir?

1. Me vejo integrado na sociedade de uma forma neutra, não chamo tanta a atenção com roupas coloridas e enfeitadas, sou discreto quando se trata do visual.
2. Acredito que não me veem de forma diferente da qual quero ser visto, apenas um cara vestido adequadamente para cada ocasião.
3. Não me imagino transmitindo uma imagem de um cara “metido” ou “patricinho” só quero que me veem do jeito que eu sou.

Depois de alguns alunos expor como achavam que eram vistos, a professora propôs que nos escolhêssemos um colega de classe para falar o que o mesmo expressava e repassava para gente.

Na aula do dia 11.02 foi iniciada com a seguinte frase:
“A única permanência é a mudança”(Heráclito-500 a.c).
Diversos fatores influenciam na mudança, tanto a genética quanto os fatores climáticos. A mudança é espontânea, natural, tanto fisicamente quanto psicologicamente. Estamos em constante mudança.

Na aula seguinte, dia 18.02 os alunos assistiram um filme no intuito de futuramente fazer uma resenha do mesmo.


O enigma de Kaspar Hauser

Kaspar Hauser é um jovem que foi trancado a vida inteira num cativeiro, desconhecendo toda a existência exterior. Quando ele é solto nas ruas sem motivo aparente, a sociedade se organiza para ajudar Kaspar, que sequer conseguia falar ou andar, mas este logo acaba se tornando uma atração popular.
O enigma de Caspar Hauser" traça um parâmetro com a teoria de Husseau.
No filme, do cineasta Werner Herzog de 1974, Kaspar Hauser é um homem de aproximadamente trinta anos que fora abandonado recém-nascido, e passara toda sua vida enclausurado em uma caverna sem contato com o mundo exterior.
Quando colocado em meio à sociedade, fora deixado numa praça pública em 1928na tentativa de civiliza-lo, com uma carta em mãos mencionando que... "se espera para ele, a carreira de aviador" tal qual seu pai.
Kaspar não falava e se quer tinha o equilíbrio para se manter em pé.
Adotado por uma família que não a de aviadores, Kaspar recebeu afeto, desenvolvia a coordenação e cognição, demonstrava certo progresso, evolução, acabando por frustrar expectativas daquele que o mantivera enclausurado para decidir o seu destino e que, não conseguindo, veio a assassina-lo.
Depois de sua morte, descobriram que havia uma anomalia em seu cérebro ( um crescimento além normal).
Para Husse considera que, querendo formar o homem da natureza, não se trata de fazer dele um selvagem e o relegar ao fundo dos bosques; mas fazer com que, inserido no turbilhão social, não se deixe aprisionar nem por suas próprias paixões nem pelas paixões dos homens, e veja com seus olhos, e sinta com seu coração, não deixando governa-lo outra autoridade que a de sua própria razão.
Para Husseau a razão é proveniente da educação e mediante ela o homem se torna racional; e viver não significa respirar, significa agir; significa fazer uso dos nossos órgãos, dos nossos sentidos, de nossas faculdades, de todas as partes de nós mesmos que nos dão o sentido de nossa existência.
O homem, segundo os empiristas, nasce como uma folha em branco se fazendo necessária a interação com o meio, e a soma de experiências para que se consiga desenvolver as bases do seu próprio destino.


SONHOS DE AKIRA
Um filme lançado em 1991, que mostra em diversas senas os sonhos do autor e diretor do filme Sonhos de Akira, com uma sequencia de imagens lindas e encantadoras, o filme preza mas a parte visual, dispensando os diálogos e mostrando partes apocalípticas e lendas japonesas.
O filme já se inicia com uma antiga lenda chamada casamento de raposa, uma cena com poucas falas onde uma mãe aconselha seu filho a não sair de casa, com os raios de sol atravessando os pingos da chuva produzindo assim uma imagem única.
Na entrada da segunda parte mostra um jardim de pessegueiros e um menino olhando os troncos de pessegueiros cortados, e se encontra com um grupo de espíritos que representam as arvores cortada.
E com o desenrolar dos trechos aparecem novos personagens e novas histórias, como “A tempestade” em que um homem é seduzido pela morte, e ainda um capitão ue se encontra com seu batalhão morto em combate, representados por corvos, e a viajem do homem que encontra um vilarejo e descobre que todos vivem sem nenhuma regalias dos dias atuais, como energia, agua mineral, etc.
Um filme interessante por ser quase sempre sem sentido, onde muda de uma cena para a outra sem deixar rastro, “sem que nem pra que”.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010



PortfoLio. 

 Nos primeiros dias de aula, por ser tudo muito novo pra turma, vi que estavamos perdidos em relação a disciplina, porém com o decorrer das aulas deu pra perceber que todos ja estavam se adaptando ao novo ambiente.
No primeiro dia de aula a professora citou sobre seu modo de avaliação e repassou para os alunos que fizessem uma musica onde o objetiva era colocar a frase “rock rock thiuba” no meio da musica. Após a apresentação de cada grupo avaliamos a seguinte frase:

“Ser homem é ser responsável, é sentir que colocando sua pedra se colabora na construção do mundo”. (Antoine de Saint Exupery)
Logo depois ela passou algumas frases para que os alunos completassem da maneira que entendessem. Algumas das frases eram:
1.       O mundo seria mais feliz se...
2.       Uma amizade é realmente importante quando...
3.       Paciência e tolerância são para mim...
4.       Acho que as pessoas deveriam...
No total foram 10 frases.
Na aula do dia 20.08.10, a professora apresentou algumas imagens para que os alunos analisassem e comentassem sobre o que a imagem tentava repassar para os leitores, nas imagens tinham as seguintes frases:
Dia 12, embrulhe seu passarinho para presente...
No dia dos namorados guarde seu passarinho com ZORBA...

No dia 06.09.10 a professora repassou para os alunos algumas musicas para que os mesmos fizessem a interpretação do que o autor estava tentando repassar para o ouvinte, as musicas eram as seguintes:
Gostava tanto de vc.
A vida é um moinho.
Flor de Lis.

Na aula do dia 01.10.10, a aula não poderia ser diferente, além de muito descontraído a professora citou os constantes erros de concordância e oratória.
Algumas palavras como: Menas, Iorgute e etc.

Na aula do dia 29.10.10 a professora passou uma musica que se referia de um matuto que saiu do seu interior e veio para a cidade grande, e ficava muito confuso, pois existe muitas palavras estrangeiras no nosso português. Após analisarmos a letra da musica a professora passou um exercício onde teríamos que passar as palavras que estavam em englesh para o português. Algumas das palavras eram: DRIVE TRHU, DELIVERY, OUT DOOR, OPEN, WELLCOME, ICE CAKE, CHEESE EGG, CHEES BURGER, FAST FOOD, etc. Na musica cantada por Zé Ramalho, chamada Estrangeirismo, o autor condena de forma grosseira o quanto o indioma Brasileiro tem sido altera durante as gerações, a musica também relata que para aprendermos o portugues de verdade teremos que falar com os mendigos, porque eles sim, falam o verdadeiro portugues.
(MUSICA)
Eu gostaria de falar com o presidente
Pra cuidar melhor da gente que vivi neste pais.
Nossa gramática esta tão dividida, tem gente falando HAPPY pensando que é feliz.
Acabaria com esse tal estrangeirismo que deturpa nossa lingua e muda tudo de uma vez.
E os mendigos que vivem nas calçadas, ensinariam aos brasileiros, que aqui se fala o portugues.
Sou simples, sou composto, oculto indeterminado, participio e sou gerundio, sou fonema sim senhor.
Adjetivo, predicado, eu sou sujeito, ainda trago no meu peito esse brasil com muito amor....

E sa sequencia passou para que os alunos pesquisacem sobre a origem do nosso portugues.
Nosso portugues, foi uma mistura de varios dialétos o domínio romano, sem desprezar por completo a influência das diversas línguas faladas na região antes do domínio romano sobre o latim vulgar, o latim passou por diversificações, dando origem a dialetos que se denominava romano ( do latim romanice que significava, falar a maneira dos romanos).
Com várias invasões bárbaras no século V, e a queda do Império Romano no Ocidente, surgiram vários destes dialetos, e numa evolução constituíram-se as línguas modernas conhecidas como: neolatinas. Na Península Ibérica, várias línguas se formaram entre elas o catalão, o castelhano, o galego-português, deste último resultou a língua portuguesa.
O galego-português, era uma língua limitada a todo Ocidente da Península, correspondendo aos territórios da Galiza e de Portugal, Cronologicamente limitado entre os séculos XII e XIV, coincidindo com o período da Reconquista. Na entrada do século XIV, percebe-se maior influência dos falares do sul, notadamente na região de Lisboa; aumentando assim as diferenças entre o galego e o português.

O galego apareceu durante o século XII e XV, aparecendo tanto em documentos oficiais da região de Galiza como em obras poéticas. A partir do século XVI, com o domínio de Castela, introduz-se o castelhano como língua oficial, e o galego têm sua importância relegada a plano secundário.
Já o português, desde a consolidação da autonomia política e, mais tarde, com a dilatação do império luso, consagra-se como língua oficial. Da evolução da língua portuguesa destacam-se alguns períodos: fase proto-histórica, do Português arcaico e do Português moderno.
 
No dia 05.11.10, como de costume a professora recebeu as boas vindas dos alunos sempre de bom humor, logo após  a professora enfatizou sobre como escrever corretamente uma carta ou um oficio formal. Falou dos erros mais comuns, como vírgulas e pontos colocados fora do lugar podem mudar totalmente o sentido da frase.
Aqui um exemplo bem conhecido do erro que causa a virgula fora do lugar:
Charada:
Um homem rico estava muito mal de saúde. Pediu caneta e papel e escreveu assim:
“Deixo meus bens à minha irmã não ao meu sobrinho jamais será paga a conta do alfaiate nada aos pobres.”
Morreu antes de fazer a pontuação. Afinal, a quem ele deixou a fortuna? Eram quatro concorrentes: a irmã, o sobrinho, o alfaiate e os pobres.
O escrito chegou às mãos deles e cada um fez a pontuação que lhe conveio, a fim de receber a herança. Então coloque a pontuação e diga quem ficou com a herança.
Repostas:
1. Para irmã: Deixo meus bens à minha irmã, não ao meu sobrinho. Jamais será paga a conta do alfaiate, nada aos pobres.
2. Para o sobrinho: Deixo meus bens à minha irmã ? Não, ao meu sobrinho. Jamais será paga a conta do alfaiate, nada aos pobres.
3. Para o alfaiate: Deixo meus bens à minha irmã? Não. Ao meu sobrinho, jamais. Será paga a conta do alfaiate, nada aos pobres.
4. Aos pobres: Deixo meus bens à minha irmã? Não. Ao meu sobrinho? Jamais. Será paga a conta do alfaiate? Nada. Aos pobres.