quinta-feira, 18 de novembro de 2010



PortfoLio. 

 Nos primeiros dias de aula, por ser tudo muito novo pra turma, vi que estavamos perdidos em relação a disciplina, porém com o decorrer das aulas deu pra perceber que todos ja estavam se adaptando ao novo ambiente.
No primeiro dia de aula a professora citou sobre seu modo de avaliação e repassou para os alunos que fizessem uma musica onde o objetiva era colocar a frase “rock rock thiuba” no meio da musica. Após a apresentação de cada grupo avaliamos a seguinte frase:

“Ser homem é ser responsável, é sentir que colocando sua pedra se colabora na construção do mundo”. (Antoine de Saint Exupery)
Logo depois ela passou algumas frases para que os alunos completassem da maneira que entendessem. Algumas das frases eram:
1.       O mundo seria mais feliz se...
2.       Uma amizade é realmente importante quando...
3.       Paciência e tolerância são para mim...
4.       Acho que as pessoas deveriam...
No total foram 10 frases.
Na aula do dia 20.08.10, a professora apresentou algumas imagens para que os alunos analisassem e comentassem sobre o que a imagem tentava repassar para os leitores, nas imagens tinham as seguintes frases:
Dia 12, embrulhe seu passarinho para presente...
No dia dos namorados guarde seu passarinho com ZORBA...

No dia 06.09.10 a professora repassou para os alunos algumas musicas para que os mesmos fizessem a interpretação do que o autor estava tentando repassar para o ouvinte, as musicas eram as seguintes:
Gostava tanto de vc.
A vida é um moinho.
Flor de Lis.

Na aula do dia 01.10.10, a aula não poderia ser diferente, além de muito descontraído a professora citou os constantes erros de concordância e oratória.
Algumas palavras como: Menas, Iorgute e etc.

Na aula do dia 29.10.10 a professora passou uma musica que se referia de um matuto que saiu do seu interior e veio para a cidade grande, e ficava muito confuso, pois existe muitas palavras estrangeiras no nosso português. Após analisarmos a letra da musica a professora passou um exercício onde teríamos que passar as palavras que estavam em englesh para o português. Algumas das palavras eram: DRIVE TRHU, DELIVERY, OUT DOOR, OPEN, WELLCOME, ICE CAKE, CHEESE EGG, CHEES BURGER, FAST FOOD, etc. Na musica cantada por Zé Ramalho, chamada Estrangeirismo, o autor condena de forma grosseira o quanto o indioma Brasileiro tem sido altera durante as gerações, a musica também relata que para aprendermos o portugues de verdade teremos que falar com os mendigos, porque eles sim, falam o verdadeiro portugues.
(MUSICA)
Eu gostaria de falar com o presidente
Pra cuidar melhor da gente que vivi neste pais.
Nossa gramática esta tão dividida, tem gente falando HAPPY pensando que é feliz.
Acabaria com esse tal estrangeirismo que deturpa nossa lingua e muda tudo de uma vez.
E os mendigos que vivem nas calçadas, ensinariam aos brasileiros, que aqui se fala o portugues.
Sou simples, sou composto, oculto indeterminado, participio e sou gerundio, sou fonema sim senhor.
Adjetivo, predicado, eu sou sujeito, ainda trago no meu peito esse brasil com muito amor....

E sa sequencia passou para que os alunos pesquisacem sobre a origem do nosso portugues.
Nosso portugues, foi uma mistura de varios dialétos o domínio romano, sem desprezar por completo a influência das diversas línguas faladas na região antes do domínio romano sobre o latim vulgar, o latim passou por diversificações, dando origem a dialetos que se denominava romano ( do latim romanice que significava, falar a maneira dos romanos).
Com várias invasões bárbaras no século V, e a queda do Império Romano no Ocidente, surgiram vários destes dialetos, e numa evolução constituíram-se as línguas modernas conhecidas como: neolatinas. Na Península Ibérica, várias línguas se formaram entre elas o catalão, o castelhano, o galego-português, deste último resultou a língua portuguesa.
O galego-português, era uma língua limitada a todo Ocidente da Península, correspondendo aos territórios da Galiza e de Portugal, Cronologicamente limitado entre os séculos XII e XIV, coincidindo com o período da Reconquista. Na entrada do século XIV, percebe-se maior influência dos falares do sul, notadamente na região de Lisboa; aumentando assim as diferenças entre o galego e o português.

O galego apareceu durante o século XII e XV, aparecendo tanto em documentos oficiais da região de Galiza como em obras poéticas. A partir do século XVI, com o domínio de Castela, introduz-se o castelhano como língua oficial, e o galego têm sua importância relegada a plano secundário.
Já o português, desde a consolidação da autonomia política e, mais tarde, com a dilatação do império luso, consagra-se como língua oficial. Da evolução da língua portuguesa destacam-se alguns períodos: fase proto-histórica, do Português arcaico e do Português moderno.
 
No dia 05.11.10, como de costume a professora recebeu as boas vindas dos alunos sempre de bom humor, logo após  a professora enfatizou sobre como escrever corretamente uma carta ou um oficio formal. Falou dos erros mais comuns, como vírgulas e pontos colocados fora do lugar podem mudar totalmente o sentido da frase.
Aqui um exemplo bem conhecido do erro que causa a virgula fora do lugar:
Charada:
Um homem rico estava muito mal de saúde. Pediu caneta e papel e escreveu assim:
“Deixo meus bens à minha irmã não ao meu sobrinho jamais será paga a conta do alfaiate nada aos pobres.”
Morreu antes de fazer a pontuação. Afinal, a quem ele deixou a fortuna? Eram quatro concorrentes: a irmã, o sobrinho, o alfaiate e os pobres.
O escrito chegou às mãos deles e cada um fez a pontuação que lhe conveio, a fim de receber a herança. Então coloque a pontuação e diga quem ficou com a herança.
Repostas:
1. Para irmã: Deixo meus bens à minha irmã, não ao meu sobrinho. Jamais será paga a conta do alfaiate, nada aos pobres.
2. Para o sobrinho: Deixo meus bens à minha irmã ? Não, ao meu sobrinho. Jamais será paga a conta do alfaiate, nada aos pobres.
3. Para o alfaiate: Deixo meus bens à minha irmã? Não. Ao meu sobrinho, jamais. Será paga a conta do alfaiate, nada aos pobres.
4. Aos pobres: Deixo meus bens à minha irmã? Não. Ao meu sobrinho? Jamais. Será paga a conta do alfaiate? Nada. Aos pobres.


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